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A determinação da indenização foi uma decisão da
Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que não aceitou o recurso
da Sky Brasil Serviços Ltda. e manteve decisão do Tribunal Regional do Trabalho
da 2ª Região (SP), por considerar que essa restrição ofende a honra, a
dignidade e a intimidade do trabalhador, justificando a reparação pelo dano
causado.
De acordo com as testemunhas, o critério adotado
para que a bandeira ficasse levantada era o número de assinantes aguardando
atendimento na linha. Inconformada, a Sky recorreu ao TST e afirmou que o fato
de o empregado precisar de permissão para ir ao banheiro durante o expediente
não configuraria dano moral.
Procurada, a SKY disse, por meio de nota, "que
jamais restringiu o uso de banheiros por seus empregados. Segundo a empresa,
"tal afirmação foi confirmada na investigação realizada pelo Ministério
Público do Trabalho, que concluiu pela inexistência de tal restrição e pela
existência de ambiente amistoso de trabalho nas dependências da empresa".
A empresa acrescentou que "ainda não foi intimada da decisão e irá
analisar, oportunamente, a conveniência de um potencial recurso".
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InfoMoney
Fonte: extra.globo.com/notícias/economia
Foto: Arquivo/Felipe Hanower / Agência O Globo
Foto: Arquivo/Felipe Hanower / Agência O Globo
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